Genios - 8 gênios que fizeram história enquanto estavam em Quarentena
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Algumas pessoas famosas fizeram história criando um trabalho incrível enquanto estavam em quarentena. 

Fosse devido ao exílio, durante a epidemia da peste bubônica, na convalescença ou na ocupação em tempo de guerra…

Obras-primas de tempos difíceis

Enquanto as pessoas ao redor do mundo continuam a ficar em ambientes fechados para impedir a propagação do COVID-19, muitas tentam combater o tédio sendo criativas. 

Várias histórias circulam na web, sobre esses gênios conhecidos que fizeram obras de arte quando estavam em quarentena ou em outro tipo de isolamento forçado.

Ninguém deve se sentir pressionado a criar o melhor emprego da vida, mas essas histórias de pessoas notáveis, que realizaram grandes coisas em situações difíceis – como a que vivemos agora – nos são a esperança de que coisas maravilhosas podem surgir mesmo em meio ao caos.

Frida Kahlo

Ao longo de toda a sua vida, a famosa artista mexicana sofreu altos e baixos, além de várias adversidades (você pode ver o filme e ter uma ideia mais realista do que aconteceu).

Aos seis anos de idade, ela contraiu poliomielite, o que levou a seu primeiro longo período de repouso forçado na cama. 

12 anos depois, quando se tornou estudante, Kahlo era passageira de um ônibus que colidiu com um bonde. 

Ela sofreu ferimentos graves – incluindo coluna e pélvis fraturada – e ao receber alta do hospital, teve que ficar na cama por um longo período.

Os historiadores especulam que foi durante esse período de tratamento que ela escolheu se tornar uma artista – até então, estava estudando medicina! 

Segundo a biography.com, foi durante a recuperação que ela pintou seu primeiro autorretrato, usando o espelho que ficava acima da cama.

William Shakespeare

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Possivelmente também foi em quarentena que Shakespeare teria escrito o Rei Lear.

Embora não existam provas suficientes quanto à veracidade dessa história, o dramaturgo inglês passou por muitos períodos de confinamento durante sua vida – devido às pestes.

Na época, Londres havia sido fechada devido a epidemias da peste bubônica, incluindo teatros que foram fechados durante a década mais produtiva de Shakespeare como escritor – entre 1603-1613. 

O que se sabe é que Shakespeare escreveu vários poemas, incluindo Vênus e Adônis, quando os teatros foram fechados. 

E a primeira representação do Rei Lear, no final de 1606, ocorreu na sequência de mais uma epidemia em Londres.

Simone de Beauvoir

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Intelectual de vanguarda do século XX e filósofa do existencialismo, Simone de Beauvoir perdeu seu cargo de professora de educação nacional em 1943, durante a ocupação de Paris. 

Ela passou seu tempo ajudando a resistência francesa e produzindo várias obras literárias. 

A mais notável e relevante é provavelmente a sua única peça, The Useless Mouths. Escrita em 1945, essa peça acontece durante um cerco militar no século XIV, mas é claramente inspirada pelo regime nazista.

Seu título refere-se à maneira como as autoridades não hesitaram em sacrificar pessoas marginalizadas, como idosos, mulheres e crianças (considerados inúteis) durante os períodos de cerco para salvar a vida de jovens saudáveis.

Isaac Newton

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É, no momento, uma das afirmações mais difundidas na web: Isaac Newton estava confinado quando fez os primeiros esboços da teoria da gravidade. 

Em 1665, enquanto estudava em Cambridge, Londres experimentou sua última grande epidemia de peste bubônica. 

A universidade fechou as portas e mandou os estudantes para casa. Newton foi para casa, a tão conhecida Woolsthorpe Manor e aproveitou esse tempo para avançar em suas pesquisas. 

Ele passou 18 meses trabalhando incansavelmente, realizando progressos inimagináveis em seu trabalho. 

Victor Hugo

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Provavelmente você conhece ou pelo menos já ouviu falar em Os Miseráveis.

Você pode ter lido o livro ou mesmo visto o filme, contracenado por Anne Hathaway, Hugh Jackman, Russell Crowe, Amanda Seyfried, entre outros.

Originalmente, essa história era um grande romance escrito pelo autor francês Victor Hugo.

Em 1851, desencantado com a situação social da França, Hugo não hesitou em criticar abertamente a política de Napoleão III e chegou ao ponto de exigir resistência. 

As coisas não deram tão certo assim e, antes da proibição imposta contra ele, decidiu voluntariamente se exilar.

Esse exílio que o leva a Bruxelas, na Bélgica, depois à ilha de Jersey e, finalmente, a Guernsey, durou vinte longos anos.

No entanto, essas duas décadas em que ficou isolado e longe de seu país de origem foram muito bem aproveitadas pelo escritor. 

Hugo não apenas escreveu três livros de poesia, como também produziu a obra Os Miseráveis – que começou anos antes, mas finalmente foi concluído durante o exílio. 

Foi, portanto, durante o exílio que ele escreveu uma das maiores obras-primas da literatura francesa.

Giovanni Boccaccio

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Boccaccio pode ser um nome menos familiar, mas vale a pena mencionar o importante trabalho que ele fez durante a Peste Negra. 

A epidemia devastadora que atingiu a casa de Boccaccio em Florença (Itália) em 1348 acabou matando seu pai e sua sogra (apenas em inglês). 

Nos anos que se seguiram à epidemia, ele escreveu uma coleção de contos chamados The Decameron – literalmente “o livro dos dez dias” em grego antigo.

Nesta coleção, dez jovens fogem da praga que atingiu Florença em 1348 e passam duas semanas no campo. Cada dia, cada notícia – conta a história de cada personagem em quarentena.

Edvard Munch

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Você conhece uma das pinturas mais famosas do mundo, chamada O Grito?

Então saiba que ela é provavelmente a obra mais famosa de Edvard Munch. 

O próprio pintor norueguês ficou impressionado com a epidemia de gripe espanhola de 1918. 

O Grito não foi produzido durante a epidemia – foi pintado em 1893 -, mas Munch pintou várias obras enquanto estava doente – em particular uma obra intitulada “Autorretrato depois da Gripe Espanhola”.

Ao contrário de muitos, Munch não morreu de gripe espanhola. Ele sobreviveu e por 25 anos continuou pintando obras de arte.

Salvator Rosa

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A obra “Fragilidade Humana” foi pintada por Salvator Rosa, que perdeu um filho durante a Grande Praga de Nápoles, que devastou parte da Itália em 1656.

Dois dos irmãos de Salvator também morreram por causa da praga.

No mesmo ano, em 1956, ele produziu uma pintura escura, onde é possível ver um bebê (que representa seu filho) assinando uma espécie de contrato com a morte. 

Não se sabe se o pintor estava realmente em isolamento, mas com toda certeza ele estava no meio de uma epidemia devastadora, que mudou sua vida para sempre.

Ficou inspirado depois de ler todas essas histórias incríveis? Acho que sim, né!?

Então não deixe para amanhã o que você pode começar hoje! Quer tirar seu projeto do papel? Esse é o momento perfeito!

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Sobre o Autor

Suyanny Viana
Suyanny Viana

33 anos, empreendedora e conteudista digital. Criei esse projeto para mostrar que o Marketing de Conteúdo está mais vivo do que nunca!

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